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ENTREVISTA à Rádio USP sobre Tese de ROBERTO PIVA à Marcello Bitencourt

Roberto Piva  morreu em 2010 aos setenta e dois anos de idade por complicações causadas pelo Mal de Parkinson que o acometeu uma década antes.  Insistindo em se tratar apenas pelos Xamãs  da Reserva do Jari onde encontrou novo caminho junto a seu animal de poder, um gavião, não conseguiu ser salvo. Junto a seu gavião, reencontrou uma paz e riqueza vivenciais que não encontrava mais na grande cidade que embalara e estimulara suas investidas ousadas  por uma poesia atrevida, esfuziante e transgressora como raros, senão, único.  Surrealista, anarquista, monarquista (?), pederasta e amante dos deuses que dançam, riem e voam, Piva povoou a cidade de São Paulo de intervenções hilariantes e ofensivas, que marcaram sua passagem entre fãs, seguidores e ofendidos indignados com sua precisão vocabular e defesas inquestionáveis. Num tempo em que a ditadura e nossa classe política, conservadora e ignara se agarrava aos deleites de um poder espúrio, como ainda o são, Piva produzia obras, atos políticos e escândalos morais, dentro de uma estrita e rigorosa ética ancestral, que o mantém poderoso e atual. Nesta entrevista à rádio USP, minha tese de doutorado sobre a obra de Roberto Piva é comentada no programa ‘Biblioteca Sonora’ para o produtor e apresentador Marcello Bittencourt.

Biblioteca Sonora sobre Roberto Piva

Piva

ESTA OBRA  – TESE de DOUTORADO está disponível para VENDA. Interessados entrem em contato pelo e-mail: glauciaccp@uol.com.br

 

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